23 de Janeiro de 2010;
Já quase na Renner minhas mãe me liga... estava tão mais calma que até achei estranho. Avistei as meninas com as quais faria as trocas e fui ao seu encontro; trocamos. Naquele tumulto (e é sempre assim todo sábado) conheci uma garota incrível, cujo nome não sei dizer (acho que sequer perguntei). Ela tinha um alargador em sua orelha direita muito lindo e delicado; ela perguntou se eu gostava ou se tinha vontade de colocar um, respondi afirmativamente às duas perguntas. Muito interessada perguntou se eu teria coragem de colocar ali, agora. Confesso que já fazia algum tempo que pensava em colocar um, mas o medo sempre falou mais alto. Dessa vez não, nem pensei! Só sacudi a cabeça positivamente. 'Vem comigo!', ela disse. E lá fomos nós comprar dois alargadores iniciais em uma loja cheia de bujigangas. Não eram caros e tinha apenas um par (parecia planejado...); comprei. Fomos até sua casa onde sentei em uma cadeira em frente a um espelhinho. Ela colocou algo em minha orelha que refrescou e logo tratou de colocar o alargador. Nossa, que dor. Lembro de sentir lágrimas caindo de meus olhos. Quando me olhei no espelho nem acreditei! Estava de alargador!! Ficou tão lindo... ele é rosa pink (juro que tinha só este par) formato aspiral em acrílico. Lindo! Estava tão feliz (e com uma dor de cabeça tremenda) até chegar em casa... minha mãe notou na hora, pelo menos só disse que estava horrível, não me fez o tirar (pelo menos não agora, rs). Meu irmão de sete anos adorou! Disse que também iria colocar um amanhã... crianças.
Mais tarde Suélem, minha prima, me telefonou, disse que estava sem nada pra fazer então a convidei para fazermos nada juntas pois em casa estava um tédio total. Quando ela chegou ligamos para a minha outra prima, Gabriela (sempre juntas), e a convidamos pra fazer nada conosco também; afinal, seria tão divertido e tanto foi que Sú resolveu posar lá em casa.
Quando a Gabi chegou já mudamos de planos, agora íamos todas ir para a casa da Gabi ou, se desse, sairímamos. Após inúmeros 'contatos' e trocas de roupas decidimos ir para a casa do namorado da Gabi, o Lê, dançar, comer sorvete e falar besteiras. Ele chegou para nos buscar uma da manhã... óbvio que cedo não voltaríamos, tratei de contatar o Mick para participar da 'junção'. Ele disse que talvez fosse, mas seria bem mais tarde. Desanimada, disse que tudo bem (ia dizer o quê?)
Enquanto a Sú dormia na rede, os rapazes (e o menininho Gabi) ensaiavam eu não parava de pensar no Mick. Liguei. Ele disse que estava vindo, pegou o endereço e tudo (feito!). Para nos acharem eu e o Renan tivemos de ir até a esquina e ficar como aqueles jões bobos de posto de gasolina... Ver ele saindo do carro e vir ao meu encontro (já me pegando no colo) foi incrível, por isso eu fico ansiosa quando não o vejo, por isso que eu sempre quero tê-lo por perto, por isso que eu o amo tanto. Voltamos à casa do Lê e continuamos fazendo a mesmas coisas, mas agora meu mundo estava completo, agora estava em paz.
Quando íamos voltando para a casa da Gabi, o Mick lembrou que estava sem chave... fomos todos pra casa da Gabi (vivaa). Ia tê-lo por mais algumas horas. Ficamos no quarto do meu primo, o qual estava dormindo na cama de sua mãe; agora sim, meu, meu, meu!
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